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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Internet na medicina reduz em 50% ida de pacientes para grandes centros


Um levantamento do Ministério da Saúde obtido pelo G1 mostra que a troca de informações via internet sobre pacientes entre médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) está reduzindo em pelo menos 50% os deslocamentos de quem está em tratamento entre cidades pequenas e grandes centros.

A telemedicina serve como suporte ao diagnóstico e não permite ao médico dar diagnósticos à distância. Um dermatologista, por exemplo, que tenha dúvidas sobre o estado de um paciente, pode enviar uma foto do caso via e-mail a outro médico, que faz outra análise. Isso evita que o paciente tenha que ir a outro hospital em um grande centro.
A pesquisa, feita pela Universidade Federal de Minas Gerais, mostra também que o custo de atendimento chegou a ser dez vezes menor no estado. Esse custo, segundo o ministério, inclui desde os computadores utilizados no programa até a economia feita com a gasolina não utilizada nos deslocamentos.
“Tem prefeitura em Minas que gasta mais com combustível e deslocamento do que para pagar médicos no local”, afirma Francisco Campos, secretário de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde do ministério.

O programa do Ministério da Saúde, chamado de Telessaúde Brasil, está em 728 municípios de somente dez estados (AC, AM, CE, GO, MG, PE, RJ, SP, SC e RS), mas a proposta é expandir aos outros no ano que vem.
Segundo Chao Lung Wen, professor da Universidade de São Paulo da área de telemedicina, um dos problemas para a expansão do sistema é a dificuldade estrutural. “O Brasil tem muitos locais em que precisamos criar bandas de comunicação de alta performance. Mas as coisas não estão paradas. Mesmo os locais com dificuldades estão sendo identificados”, diz.
Ele aponta também que a disseminação da prática passa pelos profissionais. “Além de prover a tecnologia, prover banda, você precisa desenvolver um novo hábito, que não está no dia a dia deles [dos médicos]. É uma estratégia de treinamento contínuo e criação de políticas de apoio”, afirma.
Fonte: G1 Tecnologia

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Mão biônica funciona com sucesso em ítalo-brasileiro



Médicos italianos informaram nesta terça-feira que uma mão biônica com cinco dedos independentes, implantada em um ítalo-brasileiro de 26 anos que teve o antebraço amputado devido a um acidente de carro, funcionou perfeitamente. O implante, realizado pela Escola Sant'Anna, em Pisa, no projeto "LifeHand" ("Mão viva", na tradução do inglês), consiste em uma mão biomecânica controlada diretamente pelo cérebro. As informações são do jornal italiano la Repubblica.
A inovação, que será apresentada nesta quarta-feira, em Roma, terá os resultados divulgados em uma revista científica internacional. A operação foi feita no dia 20 de novembro de 2008 e teve o acompanhamento de três cirurgiões, dois anestesistas, três neurologistas e quatro bioengenheiros. Após meses de treinamento, eletrodos foram inseridos dentro das fibras nervosas e funcionaram com sucesso.

A equipe de especialistas contou que o paciente se ofereceu para o experimento e não teve complicações durante o procedimento cirúrgico. Os pesquisadores pretendem repetir operações do tipo para comprovar a eficácia do sistema. O projeto é financiado por fundos europeus e precisou de dois milhões de euros em cinco anos para ser colocado em prática.
A mão é diretamente controlada pelo sistema nervoso do paciente, com quatro eletrodos (pequenos filamentos flexíveis e biocompatíveis com 180 nanômetros de comprimento) alojados no pulso e no antebraço, que permitem a passagem de sinais entre o cérebro e a mão. Além do paciente controlar o movimento, ele também recebe estímulos sensoriais através de 32 canais.
O instrumento possui as mesmas dimensões de uma mão humana, tem os dedos de alumínio e pesa cerca de 2 kg. Os mecanismos que permitem os movimentos são de aço, enquanto a palma da mão e a cobertura foram feitas de fibra de carbono. O paciente conseguiu controlar os movimentos do membro com três tipos diferentes de aderência, além de fechar o punho, apertar os dedos como uma pinça e mover o dedo mindinho.

Fonte: Terra Ciência

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Primeiro navio vertical do mundo explorará o fundo do mar


Um arquiteto francês apresentou publicamente o protótipo do que deve ser o primeiro navio vertical do mundo e que deve possibilitar ao homem uma nova maneira de explorar o fundo do mar. Jacques Rougerie, de 64 anos, diz que sua invenção, uma estação oceanográfica batizada de SeaOrbiter, será realidade "em um futuro próximo".
Ele afirma já ter metade dos 35 milhões de euros necessários para a construção da estrutura, que, ao contrário das atuais estações submarinas, será móvel e poderá navegar pelos oceanos.
"Atualmente, os oceanógrafos só podem mergulhar por curtos períodos de tempo e depois têm de ser trazidos para a superfície. É como se fossem levados para a Amazônia e depois tirados de lá em um espaço de uma hora", comparou. "O SeaOrbiter vai oferecer uma presença móvel permanente com uma janela para tudo o que está abaixo da superfície do mar."
PlataformasSegundo o projeto de Rougerie, a estação terá 51 metros de altura e contará com uma parte submersa e outra para fora da água. Equipamentos de navegação e comunicação ficarão acima da superfície, juntamente com uma plataforma de observação.

Os cientistas viverão debaixo d'água e haverá uma plataforma pressurizada de onde mergulhadores poderão partir em missão. O projeto conta ainda com a consultoria de Jean-Loup Chrétien, o primeiro astronauta da França, que está envolvido no design da estação.
O sistema anti-colisão da estrutura é baseado no que é atualmente utilizado na Estação Espacial Internacional. Rougerie, que dirige um carro-anfíbio, vive e trabalha em um barco e já passou 70 dias em uma expedição submarina, disse que as chances de o SeaOrbiter ser realmente construído "são de 90%".
Um grande estaleiro francês já assinou sua participação no projeto, que também ganhou o apoio do presidente francês, Nicolas Sarkozy.

Fonte: Terra Ciência

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Britânico volta a enxergar com uso de 'olho biônico' pioneiro


Um homem britânico que havia perdido a visão na juventude se tornou uma das primeiras pessoas do mundo a voltar a enxergar com o uso de um "olho biônico" desenvolvido nos Estados Unidos.
Peter Lane, de 51 anos, da cidade de Manchester, é uma das 32 pessoas que estão sendo submetidas uma experiência internacional com o equipamento.
Ele recebeu um implante de um receptor eletrônico, instalado dentro do globo ocular e ligado ao nervo óptico e a óculos especiais.
Uma câmera colocada nesses óculos capta a imagem e a envia a um processador portátil, que transforma a imagem em sinais eletrônicos enviados ao receptor. Este, por sua vez, envia impulsos até retina e nervo óptico, fazendo a pessoa finalmente enxergar.
Fonte: G1 Ciência e Saúde

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Scanner especial permite autópsia sem cortes


Uma equipe de médicos suíços está realizando cerca de 100 autópsias por ano sem realizar nenhum corte nos cadáveres. A técnica é possível graças a equipamentos especiais como um scanner óptico 3D que detecta até 80% das causas da morte.
Michael Tali, responsável pelo projeto chamado "Virtopsy" e professor da Universidade de Berna, na Suíça, afirma que o sistema tem sido usado desde 2006 para examinar cadáveres e determinar casos de mortes súbitas ou de causas não naturais na capital suíça.
"Sem abrir o corpo, nós conseguimos detectar entre 60% e 80% das lesões e causas da morte", explica o médico. Segundo Thali, uma das principais vantagens das autópsias virtuais é o fato que registros digitais permanentes são criados e podem ser compartilhados através da internet.


Durante uma autópsia, que leva em torno de 30 minutos, o cadáver é colocado em uma mesa examinadora e a superfície do scanner, um pouco maior que uma caixa de sapatos e suspensa por um braço mecânico, registra os contornos do corpo. Dois técnicos avaliam então os resultados através do computador.
"Hoje este é o único lugar do mundo que combina o scanner de superfície com o exame de ressonância magnética, a biópsia e a angiografia pós-morte", afirma Thali, citando também que o custo total para a instalação do equipamento é de quase US$ 2 milhões.
O scanner registra imagens de lesões ósseas e danos no cérebro, enquanto a ressonância magnética produz imagens mais precisas dos tecidos moles e a angiografia visualiza o interior dos vasos sanguíneos.



"Esta é a grande vantagem, porque não precisamos destruir o corpo, podemos visualizar as imagens em 3D e fazer os exames pelo computador", disse Thali.
No entanto, apesar das vantagens do método digital, Thali afirma que é pouco provável que a nova técnica substitua a autópsia regular em um curto período de tempo. "Por enquanto, a autópsia regular, que é um método muito antigo, ainda é o procedimento padrão". "Podemos usar esse nosso sistema para uma vítima de um acidente de carro, mas não para uma vítima da gripe suína, por exemplo", explicou.
Mais informações podem ser obtidas no site do projeto, no endereço www.virtopsy.com.
Fonte: Terra Tecnologia

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Jovem dirige com braços artificiais controlados pelo poder da mente


Após perder os braços em um acidente de trabalho há quatro anos, o austríaco Christian Kandlbauer, de 22 anos, já pode dirigir novamente graças aos seus membros artificiais controlados pelo poder da mente. "Dirigir é muito importante para mim", disse ao “Daily Mail” o jovem, que agora dirige em um carro modificado para portadores de deficiência, depois de passar no teste de direção na semana passada. "Mas agora eu também posso beber um copo de cerveja sem precisar de um canudo. Isso é impressionante!”, comemorou. Usando os nervos que antes controlavam seu corpo saudável, o ex-mecânico tem só que pensar no que gostaria que seus braços fizessem para que o comando seja obedecido.
O pensamento de seu cérebro cria um impulso elétrico particular nas terminações nervosas no local da amputação. E esse impulso, por sua vez, é captado por ligações elétricas para os braços artificiais, que respondem ao impulso específico e assim fazem com que eles se movam como Kandlbauer quer. O jovem perdeu os braços após ser eletrocutado por uma carga de 20 mil volts, em setembro de 2005. Há dois anos, foi o primeiro paciente do mundo a receber esse tipo de membros artificiais 'inteligentes'. Para isso, teve de passar por uma complexa cirurgia em que seus nervos foram reordenados.
Fonte: G1 Tecnologia

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Óculos tem sensor que "obriga" internauta a piscar


A fabricante japonesa de óculos, Masunaga, apresentou nesta terça-feira, uma novidade para aqueles que passam horas em frente à tela do computador. Ideal para jogadores de games ou internautas assíduos, o óculos lançado pela empresa, no Japão, "obriga" o usuário a piscar.



Um sensor do produto é acionado quando o usuário passa mais de 5s sem piscar. Quando isso ocorre, a lente embaça, para forçar o mexer dos olhos.
A invenção evita que os olhos dos internautas fiquem ressecados, já que força a lubrificação através do "abre e fecha" das pálpebras.
O óculos funciona com pilhas ou pode ser ser carregado via cabo USB.
Fonte: Terra Tecnologia

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Renault apresenta o carro-conceito que emite mensagens para o trânsito


A Renault traz para o Salão de Frankfurt quatro modelos de veículos elétricos, entre eles o Twizy Zero Emision. Trata-se de um carro-conceito elétrico que promete ser a solução da Renault para o problema de mobilidade urbana.
Além do tamanho – o carro tem 2,30 metros de comprimento e 1,13 m de largura e leva apenas duas pessoas (uma na frente e outra atrás) - o Twizy chama atenção pelo display luminoso no lugar dos faróis que podem ser usados para emitir mensagens ao trânsito e aos pedestres, como “ok” e smileys (ícones que expressam sentimentos).


Segundo a Renault, o compacto tem aceleração semelhante ao de uma moto de 125 cc. Como boa parte da carroceria é aberta, o modelo tem apenas 420 kg (com as baterias), peso que aliado ao motor elétrico de 20 cavalos, permite que o carrinho chegue a velocidade máxima de 75 km/h.
As baterias de íon-lítio são armazenadas embaixo dos assentos e a carga completa é feita em três horas e meia, em tomadas de 220V, que garante autonomia de até 100km.



Para garantir a segurança dos passageiros, a estrutura da carroceria é deformável e composta por barras de reforço lateral. Há também airbag para motorista e dois airbags laterais.
De acordo com a Renault, o Twizy é o precursor das soluções de mobilidade 100% elétrica que a marca francesa vai introduzir no mercado a partir de 2011.
Fonte: G1 Carros

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Designer desenvolve celular em Braille para deficientes visuais


O Braille Concept Phone é um celular universal conceito capaz de oferecer liberdade aos deficientes visuais na hora de fazer suas próprias ligações. O designer Seonkeun Park criou o produto a partir de um plástico eletroativo que facilitou a gravação das teclas em código Braille, segundo o blog 'Tuvie'. Assim, é possível até mandar mensagens de texto. O celular Braille é um dos vencedores do Red Dot Awards 2009, uma dos mais conceituados prêmios de design do mundo, lembrou o blog 'Like Cool'.

Fonte> G1 Tecnologia

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Navegador 'vestível' ajuda na locomoção de deficientes visuais


Um equipamento divulgado pelo site “Yanko Design” mostra como a tecnologia pode facilitar a locomoção de deficientes visuais. Idealizado pela designer russa Natalia Ponomareva, o Touch & Go -- ainda não disponível no mercado -- permite que o usuário receba instruções via fone de ouvido e também em um dispositivo “vestível”.





O equipamento -- que pode ficar preso ao braço, à mão ou à roupa -- coloca o usuário no centro da tela e indica de forma tátil para onde ele deve se movimentar até chegar ao local de destino. Dessa forma, se a ordem for virar para a direita, uma flecha em alto relevo fará isso na superfície do aparelho.



Caso o Touch & Go identifique algum obstáculo, ele pode fotografar este objeto e reproduzir seu formato no navegador, usando para isso um desenho simplificado. O objetivo é fazer com que o usuário identifique, com a ponta dos dedos, o que está a sua frente.
Fonte: G1 Tecnologia

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Lançado disco rígido de 1 Terabyte para notebooks



A fabricante norte-americana de discos rígidos Western Digital coloca no mercado esta semana o primeiro modelo com capacidade para 1 Terabyte de dados para uso em notebooks. Apesar voltado a dispositivos portáteis, o HD não funciona em qualquer computador.
O WD Scorpio Blue, de 2,5 polegadas, tem 12,5 mm de altura, o que não é o padrão para discos da maioria dos discos para notebooks (9,5 mm). A fabricante indica seu uso em ¿laptops selecionados¿, desktops de pequeno porte e até mesmo dispositivos de armazenamento externo.

Além do disco de 1 TB, a WD vai oferecer um Scorpio Blue com 750 GB de armazenamento. Os discos têm taxa de transferência de dados de 3 gigabits por segundo.
Os dois modelos começam a ser vendidos esta semana nos Estados Unidos: a versão de 750 GB será vendida pelo preço sugerido de US$ 189,99; a de 1 TB virá configurada apenas em um disco externo USB My Passport Essential SE e vai custar US$ 299,99.

Fonte: Terra Tecnologia

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terça-feira, 14 de julho de 2009

Bolhas coloridas surgem após 15 anos de pesquisa


Depois de 15 anos de estudos e US$ 3 milhões (cerca de R$ 6 milhões) gastos em pesquisas, o norte-americano Tim Kehoe, de 35 anos, descobriu o que era considerado o ‘cálice sagrado’ do mercado de brinquedos: bolhas de sabão coloridas. Seu produto, Zubbles, foi por muito tempo desenganado por outros fabricantes de brinquedo, mas Kehoe insistiu.
“Muitas pessoas diziam que uma bolha não poderia ser colorida, o que me desencorajava muito, pois era exatamente o que eu tentava fazer”, contou Kehoe à rede norte-americana de TV "NBC".

A primeira vez que o uso de bolhas como diversão foi relatado data de 400 anos atrás, e hoje, segundo dados apresentados pela NBC, as bolhas de sabão são o brinquedo mais popular do mundo, com cerca de 200 milhões de frascos vendidos por ano. Muito mais popular que Lego, por exemplo.

Solução química
“Tentei adicionar colorantes às bolhas. No começo os primeiros apenas deixavam o fundo das bolhas coloridos e os que tiveram melhor resultado, acabavam manchando roupas e pele. As crianças nem se importavam muito com isso, mas no final da brincadeira elas pareciam saídas de uma cena de batalha do filme ‘Coração Valente’”, brincou.

E foi após 11 anos se debatendo com esse problema que o norte-americano – considerado um ‘cientista maluco’ por seus colegas – conseguiu a ajuda de um químico molecular indiano, e junto com ele investiu mais US$ 500 mil e conseguiu descobrir a solução do problema. Segundo ele disse ao "Mental Floss.com", uma mistura que contém alquil-sulfato de metal e poliéter.
Fonte: G1 Tecnologia

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Cientistas criam vidro que pode substituir o concreto e o aço


Para apreciar verdadeiramente a maneira pela qual o vidro pode ser usado para funções estruturais, um dos melhores caminhos é visitar o número 233 de South Wacker Drive, uma rua no centro de Chicago. Mais especificamente, o ideal seria que você subisse a uma altura de 412 metros acima do pavimento, ao 103° piso da Sears Tower.


Os fabricantes utilizam vidros cuja laminação os combina a polímeros, para produzir vigas e outros componentes tanto mais fortes quanto mais seguros - cada uma das placas de vidro usadas na Sears Tower consiste de um sanduíche com cinco camadas-, e analisam cuidadosamente cada centímetro quadrado de um projeto a fim de garantir que o desgaste estrutural esteja dentro de limites precisos. E também estão experimentando com novos materiais e métodos que poderiam, no futuro, conduzir a estruturas de vidro que prescindiriam de metais ou de outros materiais como elementos estruturais ou de segurança.
Fonte: Terra Ciência

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Cientistas criam robô que caminha como um humano


Este é o próximo passo na criação de um robô que possa se passar por um humano. A Boston Dynamics, o grupo que criou o assustador robô BigDog, está trabalhando junto com as forças armadas dos EUA para construir o PetMan, que anda exatamente como um humano. E este não é o único traço humano do PetMan.
Fonte: Terra Tecnologia

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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Pesquisadores criam concreto que se regenera sozinho


Ele não é tão avançado quanto a tecnologia do "Exterminador do Futuro", mas um novo concreto capaz de reparar suas próprias rachaduras pode logo trazer proteção futurista a pontes e rodovias.
O concreto tradicional é frágil e racha com facilidade durante um terremoto ou o excesso de uso. Por sua vez, o novo composto de concreto pode ser flexionado até a forma de um U sem se quebrar. Quando deformado, o material forma rachaduras finas, que se fecham após alguns dias de chuva leve.
O material seco exposto pelas rachaduras reage com a chuva e o dióxido de carbono do ar para formar "cicatrizes" de carbonato de cálcio, um composto resistente encontrado naturalmente em conchas, explicou o co-autor do estudo Victor Li, da Universidade de Michigan em Ann Arbor.
O material flexível continua resistente após se regenerar, reportam os autores do estudo.
Fonte: Terra Tecnologia

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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Implante de 'microtelescópio' pode ajudar pacientes com problema de visão

Uma empresa norte-americana de tecnologia oftalmológica desenvolveu uma espécie de microtelescópio que, quando implantado no olho, pode melhorar a visão de pessoas com degeneração macular relacionada à idade (problema na retina central, ou mácula, área que permite atividades como ler, dirigir e reconhecer rostos). O fabricante VisionCare diz que o produto, ainda sem autorização da FDA (Food and Drug Administration) para ser utilizado, tem 4 milímetros de comprimento.

Ainda de acordo com a companhia, o chamado IMT (Implantable Miniature Telescope) aumenta de 2,2 vezes a três vezes o tamanho de imagens capturadas pela visão central, enquanto o olho sem implante fornece visão periférica, para mobilidade e orientação. Depois da cirurgia para utilizar o IMT, a VisionCare afirma que o paciente deve participar de um programa de reabilitação da visão, para maximizar os efeitos do implante.



Em comunicado divulgado nesta semana, a companhia anunciou que um grupo de oftalmologistas da FDA recomendou a aprovação do IMT. A novidade, que ganhou destaque ao ser anunciada em blogs de tecnologia como o “Engadget”, já foi testada em 200 pacientes.
Fonte: G1 Tecnologia

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terça-feira, 31 de março de 2009

Empresa espanhola lança chocolate que inibe apetite


Uma empresa da Espanha afirma ter inventado um chocolate que inibe o apetite. A novidade é uma mistura de cacau, jojoba e a alga espirulina que, segundo seus criadores, produz no organismo, de maneira natural, uma sensação de apetite saciado após o consumo de apenas um ou dois bombons de 15 gramas cada.

A empresa Disnatural é especialista em cosméticos naturais, mas há dois anos investiga a fórmula do chocolate com inibidor.
Para este produto, contou com a ajuda culinária do chef francês Juan Lambert e da engenharia bioquímica. O resultado final tem a aprovação do Instituto Tecnológico Agroalimentar da Espanha.

Os bombons com inibidores de apetite entrarão no mercado espanhol na próxima Páscoa em três opções de sabores: chocolate ao leite, chocolate amargo e chocolate praliné recheado com amêndoas.
Fonte: G1 Ciência e Saúde

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sexta-feira, 27 de março de 2009

Tecnologia já está pronta para 'aumentar' o mundo com realidade virtual


Primeira cena: você liga o seu carro e fala para o computador de bordo que quer ir para o shopping center mais próximo. Como se fosse mágica, o asfalto parece ser pintado por uma linha azul, que indica o caminho ideal. Um aviso piscante no parabrisas recomenda que você diminua a velocidade, pois o motorista à sua frente está freando. Ao passar em frente a uma farmácia, um novo aviso no vidro: de acordo com o computador que controla sua casa, você está precisando comprar aspirinas.

Segunda cena: você está sentado na praça de alimentação do shopping. Cansado de navegar pela internet no celular, você resolve utilizá-lo para ver se alguém que está no shopping gostaria de bater um papo. Você aponta o celular para as pessoas, e, na tela, vê surgir ícones para interagir com elas por redes sociais. Escolha seu “alvo” e o adicione no Orkut.

As duas cenas acima só poderiam existir em filmes de ficção científica, mas em poucos anos elas farão parte de nossa vida. Em breve, acreditam os pesquisadores, nossos sentidos, como visão, audição e olfato, passarão a ser influenciados pelos computadores: seja bem-vindo à era da chamada realidade aumentada.

Fonte: G1 Tecnologia


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quinta-feira, 19 de março de 2009

Nasa divulga fotos de ônibus espacial Discovery no espaço


Ônibus espacial Discovery, que decolou no domingo (15) do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, aparece em imagem desta quarta-feira (18) divulgada pela Nasa. A foto - em que a nave aparece com nuvens e o planeta Terra ao fundo - foi feita por membros da 18ª missão, a partir da Estação Espacial Internacional.
Fonte: G1 Ciência e Tecnologia

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Filme ultrafino é grande avanço para eletrônica flexível


A eletrônica flexível – o tipo que pode ser usado em roupas "inteligentes", por exemplo, ou em telas dobráveis capazes de fazer da leitura do jornal online algo mais parecido com a leitura do exemplar impresso – ainda está longe de ser uma realidade no nosso dia-a-dia. Porém, cientistas da Coreia do Sul relatam um avanço significativo em direção ao desenvolvimento de tais dispositivos.
Em um artigo publicado na "Nature", Jae-Young Choi, do Instituto Avançado de Tecnologia da Samsung, Keun Soo Kim e Byung Hee Hong, da Universidade Sungkyunkwan, e colegas, descrevem uma técnica para produzir eletrodos finos e flexíveis a partir de grafeno. O grafeno é formado por um fino filme de átomos de carbono (os "tijolos" do grafite usado nos lápis) e tem propriedades capazes de fazer os engenheiros eletrônicos desmaiarem de emoção.
Todavia, fabricar lâminas de grafeno em um tamanho prático tem se mostrado um problema. Os pesquisadores usaram um processo chamado deposição de vapor químico, no qual gás metano misturado com hidrogênio e argônio flui sobre uma lâmina de níquel em alta temperatura, depositando os átomos de carbono e do metano no níquel. Ao resfriar a lâmina rapidamente, somente algumas camadas de grafeno são obtidas.
Assim grafeno pode ser modelado ao se moldar o níquel primeiro. Ao riscar o níquel, os pesquisadores se viram diante de um filme ultrafino de grafeno que poderia ser facilmente transferido a um substrato diferente, como plástico flexível. Além de ser quase transparente e ter propriedades elétricas excelentes, os filmes não são afetados quando dobrados ou esticados. Os pesquisadores afirmam que o processo é escalonável, então filmes relativamente grandes poderiam ser produzidos.
Fonte: G1 Tecnologia

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Astrônomos europeus fazem nova imagem de 'árvore de Natal' cósmica


A árvore de Natal dos astrônomos do ESO (Observatório Europeu do Sul, na sigla inglesa) não podia ser mais megalomaníaca: mede 30 anos-luz. É que os aparelhos da instalação de pesquisa, localizada a 2.400 m de altitude no deserto do Atacama, no Chile, acabam de obter uma nova imagem do aglomerado de estrelas conhecido como Árvore de Natal, que fica na constelação do Unicórnio. Além de belíssimo, o local é ideal para o estudo da formação de estrelas.
Fonte: G1 Ciência e Saúde

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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Cientista recria rosto de Cleópatra para documentário


Uma egiptóloga britânica recriou o que seria o rosto da rainha Cleópatra para um documentário sobre a vida de uma das mais famosas líderes do Egito Antigo. Para recriar a face de Cleópatra, a arqueóloga Sally Ann Ashton, da Universidade de Cambridge, usou imagens gravadas em artefatos antigos, como um anel que data da época do seu reinado, há 2 mil anos.

Ela passou mais de um ano analisando as imagens para compor o rosto da rainha e as manipulou em computador até chegar ao resultado em três dimensões.
O rosto recriado pela egiptóloga revela uma mulher de etnia mista, com traços egípcios e da sua herança grega.
A imagem fará parte do documentário Cleopatra, parte da série Segredos do Egito, do canal de televisão britânico Five.
A rainha Cleópatra já foi interpretada no cinema por atrizes conhecidas pela beleza, como Sophia Loren e Elizabeth Taylor.
Em 2007, um estudo realizado por especialistas da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, sugeriu que tanto Cleópatra quanto seu amante, Marco Antônio, não eram bonitos.
Os pesquisadores analisaram uma moeda de prata de 2 mil anos que mostrou que a rainha egípcia tinha queixo e nariz pontudos e lábios finos.
Fonte: G1 Tecnologia

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Detecção de vapor d'água em planeta anima busca por vida fora da Terra


A astronomia é capaz de coisas incríveis. Os cientistas mal conseguem enxergar com seus telescópios estes planetas que giram ao redor de estrelas distantes. Mas em compensação já estão conseguindo até dizer que componentes existem em sua atmosfera. E duas detecções muito importantes acabam de ser feitas -- cientistas encontraram gás carbônico e, melhor ainda, vapor d'água, num mundo a 63 anos-luz daqui.

Os protagonistas da descoberta são os telescópios Hubble e Spitzer, satélites da Nasa, agência espacial americana, que orbitam ao redor da Terra. E a vítima da espionagem cósmica é o HD 189733b, nome pouco charmoso para designar um chamada "Júpiter Quente", um planeta gigante gasoso que gira muito próximo de sua estrela-mãe (que, adivinha só, se chama HD 189733). Para que se tenha uma idéia de quão perto, basta dizer que ele completa uma volta em torno da estrela em pouco mais de dois dias terrestres. Isso mesmo, o ano lá dura dois dias.

Falando sério: por conta das altas temperaturas (para não falar da pressão e gravidade violentíssimas desse mundo gigantesco, muito maior do que a Terra), os cientistas têm forte convicção de que não existe vida -- ao menos como a conhecemos -- no planeta. Entretanto, os resultados, que foram apresentados ao longo desta semana pela Nasa e num artigo publicado na edição desta semana do periódico científico "Nature", têm tudo a ver com a busca por vida fora da Terra. Para esclarecer isso, basta refletir sobre o seguinte problema: como um ET, a vários anos-luz daqui, monitorando a Terra de muito longe, poderia concluir que nosso mundo abriga vida? A chave está na composição da atmosfera. Um planeta sem vida, por exemplo, não pode manter os níveis atmosféricos de oxigênio presentes na Terra. E que forma de vida pode viver sem água? Vapor d'água é um importantíssimo sinal a ser buscado na atmosfera de outro mundo.
Outros gases, como metano e gás carbônico, também podem denunciar atividade biológica -- mas não necessariamente. Enfim, se um astrônomo ET olhasse para a Terra e detectasse os componentes de sua atmosfera, poderia dizer com certeza que há criaturas fazendo fotossíntese e produzindo oxigênio regularmente no planeta. E é desse mesmo modo que provavelmente encontraremos os primeiros indícios de vida fora do Sistema Solar. Não observando um "Jupiter Quente", como o HD 189733b, mas um planeta mais parecido com a Terra.
Fonte: G1 Ciência e Saúde

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

'Lançamento' do mouse completa 40 anos


Há exatos 40 anos, no dia 9 de dezembro de 1968, o inventor norte-americano Douglas Engelbart fez uma palestra de 90 minutos em San Francisco para apresentar o mouse – um equipamento que permitia a manipulação de informações exibidas na tela. Segundo a publicação “Guardian”, cerca de 1 mil pessoas se reuniram no centro de convenções Brooks Hall para testemunhar a primeira "aparição pública" do mouse.

Para comemorar a data, a Universidade de Standford fará nesta terça-feira (9) uma homenagem a Douglas Engelbart, hoje com 83 anos, que tem presença confirmada no evento.
O primeiro desses acessórios era feito de madeira e usava dois discos para identificar os movimentos em duas dimensões -- um “indicador de posicionamento X e Y para monitores”. Ou, como descreve o “Guardian”, “uma versão primitiva dos modelos modernos, mas ainda assim reconhecível”.
Apesar de só ter sido apresentado em 1968, o acessório foi descrito em 1962 por Engelbart, que trabalhava no Instituto de Pesquisa Stanford, nos EUA.




Origem

A idéia do mouse nasceu muito vaga, descrita no estudo “Augmenting Human Intellect: A Conceptual Framework” (Ampliando o Intelecto Humano: um Arcabouço Conceitual), considerado a principal obra do inventor. “Uma caneta leve (uma ferramenta com formato de caneta com cabo flexível ligado ao console eletrônico) pode ser apontada por um humano a um símbolo ou linha na tela e o computador poderá determinar automaticamente para onde a caneta está apontando”, descreveu, anos antes de fazer a apresentação em San Francisco. Ao público que se reuniu para conhecer a novidade, há 40 anos, ele disse: “não sei por que o chamamos de mouse. Às vezes, tenho de me desculpar por isso.
As coisas começaram dessa forma e nunca a mudamos”, afirmou o líder do projeto de desenvolvimento do acessório. Até chegar ao modelo de madeira, sua equipe tentou diversas outras alternativas, como o uso de canetas para manipular informações nas telas. O acessório foi patenteado em 1970. Em 2000, o inventor desse dispositivo ganhou do então presidente Bill Clinton a Medalha Nacional de Tecnologia, um prêmio de reconhecimento a pessoas responsáveis por grandes inovações tecnológicas.
Fonte: G1 Tecnologia

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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Observatório digital caseiro fotografa o espaço


Greg Parker é um professor de Eletrônica na Universidade de Southampton. Ele também é um mago. Assim como o seu co-autor Noel Carboni. Verdadeiros magos, capazes de obter imagens que se equiparam às melhores do Hubble e de gigantescos telescópios terrestres, tudo isso usando menos de US$ 15 mil em equipamentos e mais paciência que qualquer dinheiro no mundo poderia comprar. A magia deles: um chip CCD refrigerado, um domo rotativo e processamento inteligente no Photoshop.



Estas imagens farão parte do Vistas Estelares, um livro que será publicado ano que vem e virá com todas as suas fotos do espaço, tiradas desde que eles se encontraram online há quatro anos.
Os dois voyeurs alienígenas começaram a trabalhar juntos online em 2004. Noel - um mago do Photoshop com inclinação para a astronomia - ajudou Greg a processar/editar suas imagens de M33, um membro do nosso grupo local de galáxias junto com Andrômeda (M31, que também está no livro deles) e a nossa própria Via Láctea.


Greg usa um telescópio refletor Celestron NExtar 11 GPS de 28cm com lente Hyperstar, um conjunto óptico que se acopla ao espelho secundário do telescópio, transformando-o de um astrógrafo lento f10 para um super rápido f2. Este sistema não é projetado para o olho humano, por isso ele acompanha com uma câmera CCD colorida one-shot Starlight Xpress SXV-H9C.
Para aumentar o desempenho da câmera, ele precisa se livrar do ruído do sensor, que é produzido pelo calor durante longos tempos de exposição. Isto é feito instalando-se um sistema de refrigeração de estado sólido, que abaixa a temperatura da CCD em 13ºC a menos que a temperatura ambiente.

Além disto, tem o último ingrediente da receita: Parker move o domo no seu observatório manualmente a cada meia hora para ajustar-se à rotação da Terra, que resulta em um céu constantemente móvel.
Fonte: Terra Tecnologia

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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Cientistas tentam usar luz infravermelha contra surdez

Cientistas americanos estão estudando uma forma de reduzir problemas de audição com um implante que aciona uma luz infravermelha, estimulando os nervos do ouvido.

Segundo os cientistas da Northwestern University, no Estado americano de Illinois, o ouvido pode ser estimulado tanto por som como por luz.
Um estudo publicado na revista científica "New Scientist" afirma que o uso de luz infravermelha obteve melhores resultados contra a surdez do que implantes cocleares em testes com preás.
Nos últimos anos, o uso de implantes cocleares -- ou "ouvidos biônicos" -- ajudou a combater a surdez. O implante funciona com a instalação de 20 eletrodos direcionados para estimular os nervos do ouvido interno, mas ele é limitado, especialmente em ambientes barulhentos.
Isso acontece porque as células ciliares de ouvidos saudáveis são muito mais precisas na captação de sons do que os implantes artificiais.
Fonte: G1 Ciência e Saúde

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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Adolescente dos EUA vive 118 dias sem coração


Uma adolescente norte-americana sobreviveu durante quase quatro meses sem coração, graças a um equipamento feito sob medida, que a manteve viva até que fosse submetida a um transplante, disseram médicos de Miami nesta quarta-feira (20).
Os médicos disseram que o fato é inédito em um paciente dessa idade, mas que há um caso na Alemanha de um adulto que sobreviveu durante nove meses sem coração.
A paciente D'Zhana Simmons, 14 anos, considerou "assustadora" a experiência de passar tanto tempo dependendo de uma máquina que bombeasse o sangue em seu corpo. "Você nunca sabe quando poderia dar um defeito", disse ela, praticamente sussurrando, numa entrevista coletiva no Centro Médico Jackson Memorial, da Universidade de Miami.
"Eu era como uma falsa pessoa, não existia de verdade, simplesmente estava ali", afirmou ela, que sofria de dilatação cardíaca, o que enfraquece o músculo.
Fonte: G1 Ciência e Saúde

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